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Estação das Docas de Belém

Moderno complexo turístico-cultural que resultou da recuperação dos antigos galpões da Companhia das Docas do Pará.
Inaugurado a 13 de Maio de 2000 funciona, actual-mente, como centro multi-usos que oferece espaços gastronó- micos,expositivos, um núcleo mu-seológico sobre a História da antiga Companhia das Docas do Pará e da formação da cidade de Belém, para além de um moderno teatro com 450 lugares e, ainda, várias lojas que vão desde a venda de produtos regionais até às antiguida-des.


Principais Características
Sócio-Económicas do Estado do Pará

O Estado do Pará é o segundo maior Estado do Brasil, em dimensão geográfica, com 6.188.685 de habitantes e com a maior bacia hidrografica do mundo. A sua capital, Belém, tem aproximadamente cerca de um milhão e trezentos mil habItantes, embora os números do último Censo (2000) do IBGE indiquem a segunda menor taxa de urbanização do país.

Apesar dos baixos índices de densidade demográfica, a economia do Estado do Pará tem apresentado uma taxa de crescimento de 6 % ao ano, enquanto a média anual registada no país é de 2% a 3 %.

Desde a fábrica que produz os bancos dos carros da Mercedes Benz com artefactos de fibra de coco fornecida pelas comunidades produtoras das regiões do Marajó e nordeste do Estado ao calçado, passando pela exploração das potencialidades de ecoturismo e da pesca desportiva às fábricas de silício metálico, situadas no sul do Estado (Município de Breu Branco), até ao complexo industrial de alumínio (Albras/Alunorte), estes são alguns dos exemplos que ilustram o novo perfil que a economia do Pará tem vindo a conquistar para o mercado interno e internacional.

A zona rural do Estado está a ganhar novas cores com as plantações' de milho, arroz, soja e café. Agricultores gaúchos, paranaenses, mato-grossenses estão migrando para municípios do nordeste e oeste do Pará e também para a região do Tapajós, todos atraídos pelas novas infra-estruturas. Os grãos começam a ser colhidos.